Mostrar mensagens com a etiqueta Meus Poemas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Meus Poemas. Mostrar todas as mensagens

domingo, 6 de janeiro de 2013

Perceber

Quanto mais forte é a luz
mais negra é a sombra...

O Mal?
Esse não existe...
fora de ti!
Se esforce pra vê
a beleza da flor
que brota da lama

Não se impressione com o Mal
pois esse não existe
fora de ti!
Procure percebe
não procure o Bem
só porque lhe da prazer.

Meu maior inimigo é Eu
Meu maior aliado é Perceber


 Autor: Douglas A. Remonatto
(Junho de 2005)

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Ser-tezas


Há mundos superiores e há mundos inferiores a esse
como tanta certeza quanto
há flores e há feridas.

Há Deuses e há Demônios
com tanta certeza quanto
há cachoeiras e há refrigerantes.

Há Demônios que se convertem em Deuses
com tanta certeza quanto
o calor é quem promove a brisa.

Há Deuses que se convertem em Demônios
Com tanta certeza quanto
Há pessoas que lêem poesia.


Autor: Douglas A. Remonatto

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Superior poesia


A alegria é falsa!
A alegria do samba é falsa.
Tão falsa e vazia quanto o beijo da prostituta.

O prazer é uma prisão com um letreiro grande e brilhoso na entrada, escrito: 
ENTRE, LIBERDADE PARAIZO 


Atrito!!!... 
Interno eterno atrito... 

Falsa alegria 
Nunca basta, nunca sacia 
Mais falsa que a alegria 
só mesmo a tristeza 
sua eterna companheira, 
noite e dia

Autor: Douglas A. Remonatto

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Vai Maria


Maria, descende ao caos
Enfrenta o mundo
Enfrenta o mal

Maria, levanta e vai
Levanta o homem
Levanta o filho que cai
Lendo o segredo no ventre
e na alma de quem é capaz...

Levando vida, levando morte
Levanta o fogo que sobe



Autor: Douglas Remonatto e Paulo Ricardo José

domingo, 28 de agosto de 2011

Caminho



A vida é uma dança
louca e desenfreada,
um mar turvo
de ondas quebradas.

Por mais que pensemos
encontrar uma estrada,
após uma curva,
o que nos espera é um penhasco,
fim da caminhada.

Somente aqueles que enfrentam a escuridão
e se jogam nesse abismo de vazio e nada,
descobrem por fim que possuíam asas


Autor: Douglas A. Remonatto

domingo, 17 de abril de 2011

Valsa das rosas


Vai ao pé da montanha
ao mais auto monte
que lá se esconde

a cúbica pedra
a luz da tua fronte
o teu própria nome

Vai a tua própria casa
que lá te espera
a tua própria sobra
a luz da tua face
o teu sobre nome

Mistérios que escondem
a tua própria historia
o galo que canta
ao amanhecer da aurora

E as rosas balançam ao vento que passa
e a vida que dança ao som de uma valsa


Autor: Douglas A. Remonatto

sábado, 9 de abril de 2011

Deusa Desilusão


Poucos são aqueles que recordam
a necessidade da poda de inverno
Poucos são aqueles que suportam
a paz que vem do inferno

Poucos são aqueles que recordam
o rosto da Dona Ilusão
Poucos são aqueles que suportam
a dor de um perdão

Bendita, Sagrada, Desilusão,
Sem tua mão dura e pesada
Eu nunca teria essa Visão

Do que eu nunca me esqueço
é que o fim não é mais que um recomeço
E a liberdade então
não passa de uma emoção

Agora eu sei, não vou encontrar
a felicidade por ai a passear
Então eu sento pra caminhar
fecho os olhos para acordar

Bendita, Sagrada, Desilusão,
Sem tua faca afiada
Eu nunca abriria meu coração

Sábio é aquele que sabe que não a caminho nem estrada
Sábio é aquele que sabe e fica de boca fechada

Sábio é aquele sabe que não sabe de nada...


Autor: Douglas A. Remonatto

terça-feira, 5 de abril de 2011

Companheiros de Batalha












A Paz e a Guerra
depois de tanto guerrearem
fizeram as pazes

As duas deram-se as mãos
se cumprimentaram
para depois se separarem em meu peito
definitivamente

agora em um eterno companheirismo.


Autor: Douglas A. Remonatto

sábado, 2 de abril de 2011

Pobre da Razão


Por mil razões EU bato
Por mil razões me quebro

Por mil razões EU sofro
Por mil razões EU quero

Mais não sei por que razão
Você somente venero.

E ainda dizem que o AMOR é que é cego!

Pobre da razão, isso sim!
Pois é o amor quem guarda esse grande mistério.


Autor: Douglas A. Remonatto

segunda-feira, 28 de março de 2011

Inutil-mente


Inútil-Mente ultima-Mente
andei pensando…


como todos os pensamentos

de minha Mente, Mentem

Sendo inacreditável-Mente,
descarada-Mente,

contraditórios!




Autor: Douglas A. Remonatto

domingo, 27 de março de 2011

Por quê?

Viver é caminhar cego
em um túnel escuro
A incerteza sua companheira
O desconhecido seu amigo
A sua verdade sua inimiga

As respostas das minhas perguntas
estão mais longe que o infinito
e mais perto que o inserto

Para que escrever se não tenho
respostas para lhe dizer e apenas
perguntas para lhe fazer
O saber não existe
A mentira não existe
E a verdade que não existe, é triste

Sê existo logo sofro
Será eu estarei ficando louco??!
Pois preferirei ficar louco
que ser apenas mais um tolo

Quem sou?
Sou o senhor interrogador!

Pois me pergunto
Por quê?
Porque Deus...
...porque não responde
os meus porquês?!


Mas Deus responde!
Em silencio,
...dizendo:

_Não consegue ouvir minhas respostas!?



Autor: Douglas A. Remonatto

sábado, 26 de março de 2011

O cria-dor


Eles não sentiram a cor que faz
o assobio de um arco-íres
Que traz apaz
Que cavam e chegam
No lugar nenhum,
Acabam com o cabo da
inchada que fica a pancada
na cabeça, de cega alguns,
outros acho que não
sabem também quem
é que é o ganha-dor,
quem, Criador é você!

Mas quem é que vê
que o cria-dor é você?



Autor: Douglas A. Remonatto

quarta-feira, 23 de março de 2011

Janela Aberta

O sereno entra
pela minha janela aberta
E cai sobre meu corpo como um lençol
suave, puro, e frio
Traz-me sensações nunca sentidas antes
Algo que toda vida me fugiu
Sentido de criança agora alerta

Agradável sereno frio
mas agradável, só mesmo minha coberta

È uma pena ter EU
um dia fechado essa janela
E saber que quase toda minha percepção
fechou-se com ela

Autor: Douglas A. Remonatto

terça-feira, 1 de março de 2011

Instante consciente

Quando a gota de orvalho cai no chão
E as brumas se abrem num clarão
E os dedos do fogo dão seus estalos
E a terra treme seus velhos colos

E a luz te engole e a roda para
Num soprar do vento, num chocar de espadas
E a paz celestial de que ninguém mas fala
Tem a mente que antes já se libertara





Autor: Douglas A. Remonatto