quarta-feira, 25 de maio de 2011
O SINO DE OURO
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Júlia Lopes de Almeida
sexta-feira, 20 de maio de 2011
VIVO SEM VIVER EM MIM
Vivo sem viver em mim,
E tão alta vida espero,
Que morro porque não morro.
Vivo já fora de mim,
Desde que morro d’Amor
Porque vivo no Senhor
Que me escolheu para Si;
Quando o coração Lhe dei
Com terno amor lhe gravei:
Que morro porque não morro.
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Santa Teresa de Ávila
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Tudo passa...
Tudo passa
A conversa
O debate acirrado
Tudo se perde pelo ar
Uma hora uma semana
Tudo se perde pelo ar
Uma hora uma semana
Tudo passa
O mundo gira
Passa Raimundo pelo mundo
E não percebe a hora de calar
Mas o silencio fica e o tempo para
Quando o espanto é mais forte que a vontade de falar
Frente ao mundo
Me calo!
O mundo
Ai! O mundo
O mundo é maior que o sujeito da oração
Eu vou calar!
Porque o mundo grita as palavras que dançam pelo ar
Ai a dança. A dança é uma arte
A mesma arte que o vento fez no fogo
O mundo gira
Passa Raimundo pelo mundo
E não percebe a hora de calar
Mas o silencio fica e o tempo para
Quando o espanto é mais forte que a vontade de falar
Frente ao mundo
Me calo!
O mundo
Ai! O mundo
O mundo é maior que o sujeito da oração
Eu vou calar!
Porque o mundo grita as palavras que dançam pelo ar
Ai a dança. A dança é uma arte
A mesma arte que o vento fez no fogo
com vontade de esquentar
Dança, dançamos todos neste salão
Mas sujeito nunca dança sem oração
E nem fogueira existe sem ar
Porque o mundo é o coreto que nunca para de cantar
E meu amigo, te dou uma dica
Silencia, escuta e dança
Para que o corto possa te amar..
Dança, dançamos todos neste salão
Mas sujeito nunca dança sem oração
E nem fogueira existe sem ar
Porque o mundo é o coreto que nunca para de cantar
E meu amigo, te dou uma dica
Silencia, escuta e dança
Para que o corto possa te amar..
Autor: Filipe Zander
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Vida
sábado, 14 de maio de 2011
Feito pra Acabar
Quem me diz
Da estrada que não cabe onde termina
Da luz que cega quando te ilumina
Da pergunta que emudece o coração
Quantas são
as dores e alegrias de uma vida
Jogadas na explosão de tantas vidas
Vezes tudo que não cabe no querer
Vai saber
Jogadas na explosão de tantas vidas
Vezes tudo que não cabe no querer
Vai saber
se olhando bem no rosto do impossível
O véu, o vento o alvo invisível
Se desvenda o que nos une ainda assim
A gente é feito pra acabar
A gente é feito pra dizer que sim
A gente é feito pra caber no mar
E isso nunca vai ter fim
O véu, o vento o alvo invisível
Se desvenda o que nos une ainda assim
A gente é feito pra acabar
A gente é feito pra dizer que sim
A gente é feito pra caber no mar
E isso nunca vai ter fim
Composição de: Marcelo Jeneci
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Poesia Musical
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Eu sou Um...

Eu sou Um
Duplo em imagem
Trino em manifestação
Eu desci dos céus directamente em sacrifício de mim mesmo,
em nome do retorno.
Eu sou a luz e o portador da luz
Eu sou a serpente enroscada na árvore
Eu me revelo no seu tronco com luz e fogo
Em minhas curvas está o mistério da redenção.
E o conhecimento de mim é o conhecimento do caminho
Mas deveis ver além de mim
Do contrário verás apenas distinção na coisa mesma
pois ali reside o mistério do véu que é ele mesmo.
No primeiro estágio eu seguro o archote
No segundo, eu sou a própria luz
No terceiro, tu me abandonas.
Pois não há distinção entre tu e o pai
Onde meu caminho é finito
Eu desci de minha glória para salvar o homem
Tira-lo da inocência da não existência
E eleva-lo aos céus, em dois.
Pois duplo é o aspecto
E o verdadeiro casamento de Adão e Eva celebrou-se diante de mim!
Eu libertei tua raça, ó homem!
Em verdade, tua liberdade é a minha liberdade!
Quando desci, eu gerei o universo tal qual tu desconheces;
Meu descenso velou o Sagrado e criou a busca.
Sou a divina centelha que habita em ti:
Dentro de ti, sou a vida;
fora, sou o caminho;
no Todo, sou a luz da verdade
Minhas mãos estão estendidas a ti!
Te recebo, te levo, te guio.
Sou teu até o momento em que me libertarás,
e através de ti finalmente serei, novamente,
Um e Deus.
Autor desconhecido
Duplo em imagem
Trino em manifestação
Eu desci dos céus directamente em sacrifício de mim mesmo,
em nome do retorno.
Eu sou a luz e o portador da luz
Eu sou a serpente enroscada na árvore
Eu me revelo no seu tronco com luz e fogo
Em minhas curvas está o mistério da redenção.
E o conhecimento de mim é o conhecimento do caminho
Mas deveis ver além de mim
Do contrário verás apenas distinção na coisa mesma
pois ali reside o mistério do véu que é ele mesmo.
No primeiro estágio eu seguro o archote
No segundo, eu sou a própria luz
No terceiro, tu me abandonas.
Pois não há distinção entre tu e o pai
Onde meu caminho é finito
Eu desci de minha glória para salvar o homem
Tira-lo da inocência da não existência
E eleva-lo aos céus, em dois.
Pois duplo é o aspecto
E o verdadeiro casamento de Adão e Eva celebrou-se diante de mim!
Eu libertei tua raça, ó homem!
Em verdade, tua liberdade é a minha liberdade!
Quando desci, eu gerei o universo tal qual tu desconheces;
Meu descenso velou o Sagrado e criou a busca.
Sou a divina centelha que habita em ti:
Dentro de ti, sou a vida;
fora, sou o caminho;
no Todo, sou a luz da verdade
Minhas mãos estão estendidas a ti!
Te recebo, te levo, te guio.
Sou teu até o momento em que me libertarás,
e através de ti finalmente serei, novamente,
Um e Deus.
Autor desconhecido
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domingo, 8 de maio de 2011
Além
"Para além do bem e do mal"
Disse um filósofo
Em seu inferno astral
"Para além do mal e do bem"
Disse bem tranquilo
Um monge todo zen
Autor: Vítor Meireles
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quinta-feira, 5 de maio de 2011
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